Roy reclama da arbitragem
Técnico não poupou críticas à atuação do árbitro Gabriel
Henrique
O clima esquentou após o apito final do árbitro Gabriel
Henrique Seraine, na partida entre Artsul 4 x 3 Sampaio Correa. A reclamação
principal do técnico Antônio Carlos Roy foi devido a uma penalidade não marcada
a favor de sua equipe, o que gerou revolta nos jogadores e comissão técnica do
Sampaio Correa.
-Estou reclamando de uma cabeçada do Edmário em direção
ao gol e o zagueiro cortou com a mão, e o juiz não deu. Eu não entendo, estrou
muito tempo na bola, muito tempo na bola! Eu sei quando é covardia. Não estou
tirando o mérito do Artsul, que teve mérito. O nosso time foi inocente e o juiz
safado. Disse.
Em certos momentos o jogo teve lances ásperos, o que,
segundo o comandante, atrapalhou sua equipe por ser técnica. Mas, para Roy, a
violência da partida se deu pela falta de posicionamento disciplinar do
árbitro.
-Porque ele não se posiciona. O árbitro não se posiciona.
Ele não dirige, ele marca e vira as costas, e o jogador faz o que quer dentro
de campo. Comentou.
Pelo que foi observado, a reclamação não ficou somente no
jogo em Austin, mas, também, no confronto anterior diante o Queimados, em que
ficou no empate em 1 a 1. Mas, apesar dos erros contra sua equipe, Roy não
acredita que seja algo orquestrado.
-Eu não acredito que seja mandado. É que são fracos
mesmo. Não pode não marcar um pênalti desse, com a bola indo em direção ao gol.
O que é a regra? Bateu na mão, é pênalti! E porque ele não deu? Mas, vamos
trabalhar. Finalizou.
O Sampaio Correia volta a capo no próximo sábado, quando
recebe o Audax Rio, em Saquarema.
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