quinta-feira, 24 de março de 2016

Roy reclama da arbitragem

Técnico não poupou críticas à atuação do árbitro Gabriel Henrique

O clima esquentou após o apito final do árbitro Gabriel Henrique Seraine, na partida entre Artsul 4 x 3 Sampaio Correa. A reclamação principal do técnico Antônio Carlos Roy foi devido a uma penalidade não marcada a favor de sua equipe, o que gerou revolta nos jogadores e comissão técnica do Sampaio Correa.

-Estou reclamando de uma cabeçada do Edmário em direção ao gol e o zagueiro cortou com a mão, e o juiz não deu. Eu não entendo, estrou muito tempo na bola, muito tempo na bola! Eu sei quando é covardia. Não estou tirando o mérito do Artsul, que teve mérito. O nosso time foi inocente e o juiz safado. Disse.

Em certos momentos o jogo teve lances ásperos, o que, segundo o comandante, atrapalhou sua equipe por ser técnica. Mas, para Roy, a violência da partida se deu pela falta de posicionamento disciplinar do árbitro.

-Porque ele não se posiciona. O árbitro não se posiciona. Ele não dirige, ele marca e vira as costas, e o jogador faz o que quer dentro de campo. Comentou.

Pelo que foi observado, a reclamação não ficou somente no jogo em Austin, mas, também, no confronto anterior diante o Queimados, em que ficou no empate em 1 a 1. Mas, apesar dos erros contra sua equipe, Roy não acredita que seja algo orquestrado.

-Eu não acredito que seja mandado. É que são fracos mesmo. Não pode não marcar um pênalti desse, com a bola indo em direção ao gol. O que é a regra? Bateu na mão, é pênalti! E porque ele não deu? Mas, vamos trabalhar. Finalizou.


O Sampaio Correia volta a capo no próximo sábado, quando recebe o Audax Rio, em Saquarema.

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